Libro · Os Lusiadas
Pagina 352 de 368
Autor: Luis de Camoes
Tiempo0:00
Velocidad (WPM)0.0
Precisión100.0%
Pulsa iniciar y escribe las líneas exactamente. · Retroceso desactivado — continua incluso tras un error.
108 "As províncias que entre um e o outro rio Vês, com várias
nações, são infinitas: Um reino Mahometa, outro Gentio, A quem
tem o Demónio leis escritas. Olha que de Narsinga o senhorio Tem
as relíquias santas e benditas Do corpo de Tomé, barão sagrado,
Que a Jesu Cristo teve a mão no lado.
109 "Aqui a cidade foi que se chamava Meliapor, fermosa, grande e
rica; Os Ídolos antigos adorava Como inda agora faz a gente
inica. Longe do mar naquele tempo estava, Quando a Fé, que no
mundo se pubrica, Tomé vinha prègando, e já passara Províncias
mil do mundo, que ensinara.
110 "Chegado aqui, pregando e junto dando A doentes saúde, a
mortos vida, Acaso traz um dia o mar, vagando, Um lenho de
grandeza desmedida. Deseja o Rei, que andava edificando, Fazer
dele madeira; e não duvida Poder tirá-lo a terra, com possantes
Forças d' homens, de engenhos, de alifantes.
Pulsa iniciar y escribe las líneas exactamente.
Sin iniciar