Livre · Os Lusiadas
Page 251 sur 368
Auteur: Luis de Camoes
Temps0:00
Vitesse (WPM)0.0
Précision100.0%
Clique sur démarrer puis tape exactement les lignes. · Retour arriere desactive — continuez meme apres une erreur.
86 Nem quem acha que é justo e que é direito Guardar-se a lei do
Rei severamente, E não acha que é justo e bom respeito, Que se
pague o suor da servil gente; Nem quem sempre, com pouco experto
peito, Razões aprende, e cuida que é prudente, Para taxar, com
mão rapace e escassa, Os trabalhos alheios, que não passa.
87 Aqueles sós direi, que aventuraram Por seu Deus, por seu Rei,
a amada vida, Onde, perdendo-a, em fama a dilataram, Tão bem de
suas obras merecida. Apolo, e as Musas que me acompanharam, Me
dobrarão a fúria concedida, Enquanto eu tomo alento descansado,
Por tornar ao trabalho, mais folgado.
Canto Oitavo
1 Na primeira figura se detinha O Catual que vira estar pintada,
Que por divisa um ramo na mão tinha, A barba branca, longa e
penteada: "Quem era, e por que causa lhe convinha A divisa, que
tem na mão tomada?" Paulo responde, cuja voz discreta O Mauritano
sábio lhe interpreta.
Clique sur démarrer puis tape exactement les lignes.
Non démarré