Diller

Klavye

Sayfa 162 / 368

Yazar: Luis de Camoes

Süre0:00
Hız (WPM)0.0
Doğruluk100.0%

Başlat düğmesine bastıktan sonra yazmaya başla. · Backspace devre dışı — yanlış yazsan da devam et.

18 "Vi, claramente visto, o lume vivo Que a marítima gente tem
por santo Em tempo de tormenta e vento esquivo, De tempestade
escura e triste pranto. Não menos foi a todos excessivo Milagre,
e coisa certo de alto espanto, Ver as nuvens do mar com largo
cano Sorver as altas águas do Oceano.
19 "Eu o vi certamente (e não presumo Que a vista me enganava)
levantar-se No ar um vaporzinho e subtil fumo, E, do vento
trazido, rodear-se: Daqui levado um cano ao pólo sumo Se via, tão
delgado, que enxergar-se Dos olhos facilmente não podia: Da
matéria das nuvens parecia.
20 "Ia-se pouco e pouco acrescentando E mais que um largo masto
se engrossava; Aqui se estreita, aqui se alarga, quando Os golpes
grandes de água em si chupava; Estava-se coas ondas ondeando: Em
cima dele uma nuvem se espessava, Fazendo-se maior, mais
carregada Co'o cargo grande d'água em si tomada.

Başlat düğmesine bastıktan sonra yazmaya başla.

Başlatılmadı