Talen

Toetsenbord

Pagina 58 van 368

Auteur: Luis de Camoes

Tijd0:00
Snelheid (WPM)0.0
Nauwkeurigheid100.0%

Druk op start en typ de regels precies na. · Backspace uitgeschakeld — ga door, ook na een fout.

66 Neste tempo, que as âncoras levavam, Na sombra escura os
Mouros escondidos Mansamente as amarras lhe cortavam, Por serem,
dando à costa, destruídos; Mas com vista de linces vigiavam Os
Portugueses, sempre apercebidos. Eles, como acordados os
sentiram, Voando, e não remando, lhe fugiram.
67 Mas já as agudas proas apartando Iam as vias húmidas de
argento; Assopra-lhe galerno o vento, e brando, Com suave e
seguro movimento. Nos perigos passados vão falando, Que mal se
perderão do pensamento Os casos grandes, donde em tanto aperto A
vida em salvo escapa por acerto.
68 Tinha uma volta dado o Sol ardente E noutro começava, quando
viram Ao longe deus navios, brandamente Co'os ventos navegando,
que respiram: Porque haviam de ser da Maura gente, Para eles
arribando, as velas viram: Um, de temor do mal que arreceava, Por
se salvar a gente à costa dava.

Druk op start en typ de regels precies na.

Niet gestart